Entrevistas

 

O fotógrafo Inglês Lucca Messer viveu nove anos no Brasil quando criança, trabalhou com Mario Testino, teve o seu trabalho exibido na BBC com 18 anos e hoje se tornou um dos fotógrafos mais jovens a ganhar representação internacional. Atualmente Lucca trabalha em São Paulo e Londres, fotografando celebridades nacionais e também é diretor do projeto documental OUTOYOU, uma plataforma de filmes documentários. 

A fotografia é uma ferramenta para expelir todo nosso questionamento interno. 

Giovana Medeiros é uma catarinense um pouquinho tímida, que sempre gostou de desenhar. Fez curso técnico em design quando ainda estava no Ensino Médio e depois estudou Design de Moda, na graduação. Trabalhou por alguns anos na indústria criando estampas e padronagens. Depois de formada mudou-se para Dublin, na Irlanda. Lá estudou inglês e fez seus primeiros trabalhos como ilustradora. Ela também estudou mais sobre ilustração e aprendeu técnicas mais tradicionais, além de experimentar o contato com tintas e colagens. De volta ao Brasil, mas conectada ao mundo via internet, Giovana continua espalhando seus traços por aí e assim deixando a vida mais feliz. 
 

Lucas Levitan é um artista multimídia brasileiro que criou o Photo Invasion. Um projeto onde ele invade fotos do Instagram e faz intervenções ilustrativas recriando a narrativa das imagens. Você pode ser a próxima vítima do @lucaslevitan! Ele conta que sua trajetória profissional seguiu um ziguezague, tem dias que é filmmaker, outros artista plástico. Já foi designer e no momento está ilustrador. Ingressou numa faculdade cursando artes e conclui em outra o curso de publicidade. Foi para Londres cursar mestrado em artes e design. A estada que era pra ser de dois anos, já completou dez. Enquanto o tempo passa ele vai fazendo diariamente o que gosta, unindo duas paixões: ilustração e fotografia. Abriu até uma fábrica de invasões, onde ele é o único trabalhador. Nesta entrevista Lucas revela seus próximos projetos, vem mais coisa boa por aí!

 

Alex Senna tem seu trabalho espalhado por ruas e galerias de São Paulo, Berlim, Londres, Paris e Barcelona. Seu gosto pelo desenho vem desde a infância, por influência da mãe e do irmão. Daltônico, nunca gostou de colorir seus desenhos, segue uma estética monocromática típica de quadrinhos e desenho animado dos anos 50. Já produziu ilustrações para marcas como Hermès, Nike, Adidas, Emporio Armani e Livraria Saraiva.

 

Os primeiros desenhos de Fabio Dudas recriavam os heróis dos quadrinhos nos cadernos da escola. Sua primeira experiência com a pintura em óleo sobre tela foi aos 16 anos, pouco depois ingressou na Escola de Música e Belas Artes do Paraná, onde cursou o bacharelado em Pintura. Desenhou figurinos para balés e peças de teatro e ministrou palestras sobre a arte figurativa. Sua obra se baseia na figuração da realidade e ficção, em memórias de infância, interpretação do cotidiano e imaginação. 

 

Fernando Velázquez é artista transdisciplinar. Suas obras incluem vídeos, instalações e objetos interativos, performances audiovisuais e imagens geradas com recursos algorítmicos. Na sua pesquisa explora a relação entre Natureza e Cultura colocando em diálogo dois tópicos principais, as capacidades perceptivas do corpo humano e a mediação da realidade por dispositivos técnicos. Se interessa pelo cruzamento da arte com outras áreas do conhecimento como a ciência, a filosofia e a antropologia visual de forma a construir processos e metodologias híbridas. Mestre em Moda, Arte e  Cultura pelo Senac-SP, pós graduado em Video e Tecnologias On e Off-line pelo Mecad de Barcelona, participa de exposições no Brasil e no exterior com destaque para a Emoção Art.ficial Bienal de Arte e Tecnologia (Brasil, 2012), Bienal do Mercosul (Brasil, 2009), Mapping Festival (Suiça, 2011), WRO Biennale (Polônia 2011) e o Pocket Film Festival no Centro Pompidou (Paris, 2007). Recebeu, dentre outros, o Premio Sergio Motta de Arte e Tecnologia (Brasil, 2009), Mídias Locativas Arte.Mov (Brasil, 2008) e o Vida Artificial (Espanha, 2008). Vive e trabalha em São Paulo.

 

Less is more. Evite a retórica. 

A artista plástica Erica Mizutani tem uma obra marcante e original, repleta de cores, traços e formas. É um misto de pop arte, art noveau, anos 60 e 70, com grafismos orientais, traços divertidos e bem femininos, que encantam adultos e crianças. Suas obras são tão ecléticas quanto a sua vida. Sua inspiração vem das diferentes paisagens por onde passou, como o Japão, onde conheceu Tóquio, Osaka, Tenri e Nara ou o Vale do Paraíba, distante cerca de 130km de São Paulo, onde viveu por quatro anos. Filha e neta de artistas, Erica quis trilhar o seu próprio caminho. Estudou artes plásticas na FAAP e já expôs seu trabalho em diversos lugares, entre eles: Casa das Caldeiras, Casa Cor Santa Catarina, Urban Arts e A Casa Branca, entre outros. 

 

O projeto Mulheres de Mafra é desenvolvido por um grupo de artesãs que utilizam resíduos de malha, que seriam descartados pela indústria têxtil, para criar produtos utilizando técnicas como tricô e crochê. O trabalho é desenvolvido por moradoras da cidade de Mafra, localizada no interior de Santa Catarina, distante certa de 300 Km da capital, Florianópolis. A diretora do Orbitato, Celaine Refosco e a coordenadora operacional do projeto Mulheres de Mafra, Rosane Pfitzer, contam sobre a atividade que busca aproximar artesanato e design. 
 
 

Representante da Geração 2000 de Santa Catarina, a artista Roberta Tassinari é autora de uma produção complexa, que traz o secular problema da pintura para a arte contemporânea. Seu raciocínio pictórico amplia as possibilidades da pintura com resultados alcançados a partir de outros materiais, sobretudo objetos coloridos e transparentes apropriados do cotidiano. Deslocados de sua funcionalidade, sobrepostos e articulados, eles estabelecem o que ela chama de “construções de campos de cor no espaço”. O trabalho, sempre fruto de uma consequência e não de uma busca, provoca percepções, mais ou menos intensas, de opacidade, translucidez, peso, leveza e luminosidade, razão pela qual o espaço das salas expositivas sempre é valorizado. É o que mostra até o dia 21 de abril, na sala oficial do Museu de Arte de Blumenau, onde expõe na primeira temporada do ano. Ao mesmo tempo, celebra a sua participação no almejado 66° Salão de Abril (CE), um dos mais importantes do Brasil. Nesta entrevista concedida à jornalista Néri Pedroso, ela comenta as singularidades de sua poética, uma pintura sem gestualidade mas plena de pertinências contemporâneas.

Loro Verz é artista plástico, ilustrador, cartunista e designer. Formado em artes plásticas pela Central Saint Martins, renomada faculdade britânica de belas artes e design. Suas obras já foram expostas em Londres, Nova Iorque e São Paulo. Ele já desenvolveu ilustrações e obras de arte para diversas marcas, revistas, livros e muito mais. Já trabalhou como cartunista, professor na Escola São Paulo e representante brasileiro nos Jogos Olímpicos de Londres (2012), customizando tênis para presentear atletas da competição. Ele afirma que: "pinta como vê o mundo e não como ele é".
 

Juliana Hoffmann nasceu no interior de Santa Catarina e despertou o interesse pela arte ainda na infância. Atualmente ela vive e trabalha em Florianópolis (SC), onde apresenta a exposição Detalhes, no Coletivo NACASA, a partir de amanhã à noite até o dia 11 de dezembro. Ela já expôs em diversas cidades catarinenses, em São Paulo e Curitiba, na Itália, França e Eua. Juliana fez residência artística na França em 2007 e nos Estados Unidos no ano seguinte. Segundo a professora de Filosofia e História da Arte Anita Koineski, as obras de Juliana Hoffman adquirem força pelas imagens que nelas se multiplicam na insistência do “olhar buscador”. 

Os primeiros traços de de Rodrigo Level surgiram em meados dos anos 90, influenciado pela arte urbana da Zona Norte paulistana, que segundo ele até o hoje é a base forte na sua arte. Primeiro ele trocou o papel pelos muros e mais tarde vieram as telas. Uma das marcas mais fortes do seu trabalho é o equilíbrio das cores, tendo geralmente preto e branco como dominantes  na obra. Rodrigo afirma que sua arte não é voltada para quem entende sobre arte e sim para quem está em busca de paz. 

O carioca Geraldo Marcolini morou por cinco anos em Nova York, onde trabalhou e estudou  na School of Visual Arts. Atualmente reside no Rio de Janeiro e é respresentado pela Galeria Zipper. A marca principal de suas obras, que são tão impressas quanto pintadas, é o uso de materiais alternativos como borracha e plástico bolha, por exemplo. As telas tem uma monocromia que remetem ao bege do papel jornal ou ao azul da cópia feita com papel carbono, ao mesmo tempo que revelam imagens e criam novas percepções.  

O catarinense Nestor Jr. falou ao Exib.me sobre sua carreira, como começou a ilustrar e como tem aperfeiçoado a técnica.

Artista plástico, radicado em Santa Catarina, com formação em Pintura e Gravura pela Universidade de Santa Catarina. Seu trabalho já foi apresentado em inúmeras exposições pelo Brasil como no Museu Victor Meirelles (Florianópolis), Galeria Múltipla de Arte (São Paulo) e Salão Branco do Congresso Nacional (Brasília). Atualmente o artista é representado pela Galeria Zipper de São Paulo.

Filha do escultor Nicolas Vlavianos e da pintora e galerista Teresa Nazar, Myrine Vlavianos cresceu no meio artístico paulistano e foi sócia da galeria Multipla de Arte. Há 15 anos mudou-se para Florianópolis, onde deu continuidade a seu trabalho de galerista e consultora de arte, buscando aproximar o público local da melhor produção contemporânea brasileira e, ao mesmo tempo, difundir a arte catarinense para além das fronteiras do Estado. 

Artista Plástico, morando em Florianópolis, começou a pintar no início dos anos 90, quando dividia seu tempo entre o surf e as telas. Valorizando a originalidade acima de tudo, pinta uma diversidade enorme de temas e possui um carinho especial pela arte urbana. 

O artista e ilustrador Viti Grossman tem formação em pintura e gravura, já participou de inúmeras exposições pelo Brasil. Sempre gostou de desenhar, aos poucos foi imprimindo sua personalidade em suas obras e recebendo o reconhecimento pelo trabalho.  

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