Entrevistas

 

A Pink Revolver é uma banda formada só por mulheres que tocam rock clássico. São elas: Daniela Longaray, no vocal; Debora Valençay, na guitarra; Letícia Alló, no baixo e Sara Simas, na bateria. Recentemente elas lançaram o primeiro CD e agora começam as apresentações para mostrar esse trabalho autoral. A baixista Letícia Alló conversou com o Exib.me e contou um pouquinho da trajetória da banda, a expectativa com essa nova fase e os próximos passos da Pink Revolver. 

 

O Mel Azul é uma banda de rock instrumental psicodélico formada por Antonio Carvalho, o Dedo Sujo; Gustavo Pradini, o D La Veiga; Nico Paoliello, o Muleke; Andres Tobal, o Dr. Herman e André Bruni, o Prodígio. Eles criaram um novo estilo, com rimas e vocais, denominado por eles como rock foda, um estilo único. O quinteto se reveza nos vocais de forma divertida e debochada, mergulhando o ouvinte em um universo particular, composto por personagens e histórias que misturam realidade e fantasia.

 

Faça o som mais foda você conseguir.

 

A banda ruído/mm, fala-se ruído por milímetro, foi criada em 2003, em Curitiba (PR) e atualmente é uma das principais representantes da cena post-rock brasileira. O quinteto é formado por Alexandre Liblik, no piano, teclado e escaleta; André Ramiro, na guitarra, Felipe Ayres, na guitarra e efeitos eletrônicos; Giovani Farina, na bateria; Rafael Panke, no baixo e Ricardo Oliveira, o Pill, na guitarra. Eles já tocaram nas principais casas de shows e festivais do Brasil: Festival Lab, Coquetel Molotov, Sinewave Festival, Teatro Paiol, Conexão Vivo, Sesc Pompéia e Virada Cultural são alguns. O último disco da banda é Rasura, onde mostram que estão maduros o suficiente para brincarem com diferentes melodias e surpresas. Confira a entrevista respondida por Alexandre Liblik. 

 

Fazer música é um estilo de vida.

A The Baggios é formada pelo dueto Julio Andrade, guitarras e voz e Gabriel Carvalho, na bateria. Eles completaram dez anos de carreira com uma turnê comemorativa, que passou por mais de 30 cidades do Brasil. Os Baggios tem três EPs e dois e álbuns lançados, que os colocaram entre as principais bandas da música brasileira. O primeiro álbum, de 2011 que tem o nome da banda, foi bem avaliado pela crítica nacional e internacional, marcou presença em diversas listas de melhores do ano. Depois veio o "Sina", em 2013, com letras baseadas em personagens folclóricos de uma cidade do interior. Agora eles lançam o CD e DVD "10 anos Depois", com 22 músicas que passeiam por diversas fases e ritmos. O álbum foi gravado ao vivo, num dos shows mais emocionantes da carreira da dupla e reuniu músicos que fizeram parte da história da banda. 

Antonio Guerra é um compositor, arranjador e pianista, que empresta seu nome ao sexteto onde toca com Ivan Machado, André Siqueira, Theo Zagrae, Alfredo Machado e Joana Queiroz. Antonio fez intercâmbio no exterior, onde estudou música e chegou a gravar algumas de suas composições. O grupo toca com muita alegria e amizade, cada um respeitando e valorizando o espaço do outro. As músicas de Antonio Guerra parecem ser feitas com esse propóstito, facilitar a expressão do artista. Nesta entrevista você vai conhecer um pouquinho mais sobre Antonio Guerra e o Sexteto.

 

Wide Open Mind é um projeto experimental de Paulo T, que mergulhou no universo de sintetizadores, sequenciadores, grooveboxes, samplers e cultura de colagens, tudo isso mesclado com harmonias desenvolvidas e arranjos estudados, surgiu sua identidade musical. O WOM foi criado a partir de muita pesquisa, equipamentos e horas experimentando timbres e efeitos, dando liberdade à mente e às ideias, o que permite passear por diversos estilos de e-music, fuzões de nu jazz, broken beats, downtempo, abstract hip hop, lounge, industrial, breakbeat e por aí vai. Um projeto altamente versátil que dá liberdade à criatividade e não se prende a gêneros musicais.

 

O curso de teatro foi o ponto de encontro para os cariocas Frederico Demarca, Rafael Lorga e a natalense Juliana Linhares, a música foi o que os uniu e originou o Projeto Pietá. Os três já tinham carreiras musicais em andamento, com a união criaram o seu estilo musical próprio: música popular regional original brasileira acústica de jardim, tudo isso num repertório transitório, transeunte, transitivo, por vezes autoral, por vezes saudação. Com música boa e esse bom humor, os amigos foram chegando, a sala foi enchendo, o jardim ficou pequeno e eles ganharam os palcos, as plateias e os prêmios. Como eles dizem: "a casa está aberta, leve o que quiser".  

Criolina é mais do que uma festa, é um movimento cultural, um evento que virou tradição em Brasília e ganhou espaço em outras outras cidades do Brasil, como São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas, Goiânia e Uberlândia. O projeto da festa alternativa de todas as segundas-feiras no cerrado é dos DJs Pezão, OOps e Barata, que desenvolvem vários projetos, entre eles atividades socioculturais e educacionais. 

Quando se fala em talentos da nova MPB nos vem de imediato a figura desta cantora, que em 2009 lançou seu segundo disco - Vagarosa - e conquistou o reconhecimento da crítica internacional. A Revista Época a destacou entre os 100 brasileiros mais influentes de 2009. A jovem cantora vendeu mais de 25 mil cópias na Europa e 100 mil nos Estados Unidos. Céu é filha de Edgard Poças, maestro e compositor brasileiro. Muito jovem morou em Nova York, trabalhou em bares e teve empregos variados como faxineira, garçonete e até guardadora de casacos. Enfrentou problemas financeiros e provou que o talento vem de dentro, vem da força e do amor. Acompanhamos o show da cantora em Florianópolis (SC), onde ela interpretou um dos discos mais importantes da história: Catch a Fire, de Bob Marley. Céu foi ovacionada por uma plateia de aproximadamente duas mil pessoas e aplaudida a cada música. Nós conversamos com ela, confira como foi o bate-papo. Esperamos que gostem!

Ramiro Zwetsch é jornalista e editor do site musical Radiola Urbana. Já colaborou com as revistas Bravo!, Bizz e Rolling Stone, além de trabalhar nos programas Metrópolis e no Caderno Variedades do Jornal da Tarde. Nas horas vagas, dedica-se também a discotecagens com objetivos muito parecidos com os de seus textos: desvendar sons e espalhar conhecimento. Seu repertório concentra-se no groove – seja ele caribenho, brasileiro, norte-americano ou africano. Atualmente só toca vinil e dedica-se especialmente à pesquisa de afrobeat – gênero africano que, influenciado pelo funk norte-americano, foi desenvolvido pelo nigeriano Fela Kuti e escancarou uma cena fértil em toda África ao longo dos anos 70.     

Renee começou a discotecar em 2006, incentivado principalmente por Ale Reis. Sua música agradou e recebeu o reconhecimento do público e da crítica, foi premiado como Melhor DJ do Brasil pelo Rio Music Conference (RMC) e indicado a prêmios de DJ revelação, pela DJ Mag e Cool Awards. Para incentivar a música eletrônica brasileira, foi responsável pelo Fiesta Privada Brasil e Terraza, projeto que trouxe Fumiya Tanaka, Daniel Bell, Margaret Dygas portátil, Franco Cinelli, Alex Picone, Mass Prod. Ele conta ao Exib.me um pouco da sua trajetória e seus próximos planos.

Daniel nasceu e foi criado no templo da música eletrônica da América do Sul, mais tarde, tornou-se DJ residente e herói local. Ele é conhecido como o cara certo para preparar a pista de dança. É um dos melhores DJs da nova onda brasileira de aficionados eletrônicos. 

Em constante ascensão, seja na carreira de DJ como na de produtor musical, Bruno Be vem se consolidando mundialmente. Com apenas 8 anos de carreira, Bruno já tem várias conquistas no currículo; destaque para o primeiro lugar entre mais de 450 inscritos no concurso DJ Challenge, organizado pela equipe do Warung Waves, em parceria com a RBS TV e a Brasil Telecom. Reconhecido internacionalmente pelo seu talento, recebeu elogios de artistas como Phonique, Luciano, Jimpster, Miguel Migs, Robert Owens, Jazzanova, Kolombo, Grant Nelson e muitos outros. Suas tracks são lançadas por importantes gravadoras como Clubstar, Conya, Lou Lou e Future Audio. 

Nasceu em Brasília, Brasil, 1992. Aos 16 anos conquistou uma bolsa de estudos para integrar a renomada faculdade Berklee College of Music. Graduou-se aos 20 anos de idade e foi para Nova York, onde tocou com alguns dos maiores nomes do Jazz e da Música Brasileira, como Ivan Lins, Lee Ritenour, Terry Line Carrington, Greg Osby, Hal Crook e outros. Apesar da pouca idade, Italo já gravou para Paramount Pictures, foi semifinalista da International Songwriting Competition (2013), realizou turnês na Noruega, EUA, República Dominicana e foi guitarrista assinado com a gravadora Jazz Revelation Records.

Laercio Schwantes é DJ e produtor na E-EDGE Agency. O músico conquista com sua música livre, o que faz do projeto L_cio um sucesso. Para ele, o papel do criador na sociedade contemporânea é espalhar, compartilhar e comunicar.

A banda de Brasília formada por dez membros: André Gonzáles, Fernando Jatobá, Beto Mejía, Eduardo Borém, Esdras Nogueira (que conversou conosco), Fabio Pedroza, Paulo Rogério, Gabriel Coaracy, Xande Bursztyn e Fabrício Ofuji, lançou em 2013 seu terceiro disco: 'De lá até aqui'. O trabalho dos músicos candangos passou por uma fase de amadurecimento e aperfeiçoamento, que gerou boas críticas e reconhecimento ao grupo, ativo desde 1998. O som tornou-se mais rock que os passados, mantendo a qualidade inegável. As músicas upbeat e as apresentações descontraídas continuam sendo a imagem da banda. 

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